A busca pela verdade da geração Z só terminará em Jesus e quando o estereótipo do cristão apenas moralmente correto for quebrado. Os “Zs” sabem que são imperfeitos e rejeitam os padrões de perfeição impostos. Há, portanto, um choque entre suas falsas expectativas e a realidade do verdadeiro cristianismo, que é para os que se reconhecem fracos e imperfeitos. Não imaginam que o Evangelho sempre foi e continuará sendo o mais contracultural de todos os movimentos, pois esvazia o “eu” tão idolatrado pelo mundo.